Praia Arraial dAjuda, Casa Venda

Comprar Casa na Praia: 6 dicas fundamentais

Casa-a-Venda-Arraial-dajuda-Descanso-PraiaPASSOS PARA COMPRAR UM IMÓVEL NA PRAIA

Ter um apartamento ou casa na praia é o sonho de muitas famílias, afinal, não há nada mais gratificante do que construir memórias felizes e proporcionar bons momentos de lazer e descanso para os amigos, filhos e parentes.

Mas como escolher um bom imóvel ou, até mesmo, saber se está na hora de fazer esse investimento? Continue lendo o nosso post e descubra a resposta para essas e outras perguntas!

Está na hora de comprar uma casa na praia?

Acordar cedo de manhã, sentar na varanda e contemplar a paisagem. Quem nunca sonhou em levar uma vida tranquila e poder sentir a deliciosa brisa do mar quando bem tiver vontade?

Apesar de parecer um sonho tranquilo, comprar um imóvel na praia exige prudência e planejamento. É preciso considerar, por exemplo, se a casa ou o apartamento terão custos mesmo quando não forem usados.

Saiba o perfil da sua família

O primeiro ponto a ser considerado para saber se está na hora de comprar um imóvel na praia é a sua própria família.

Vocês têm o costume de viajar em finais de semana ou tirar mais de um período de férias por ano? Ou seus filhos gostam de ir à praia ou já estão naquela fase em que preferem viajar com os amigos?

Para quem tem família grande ou gosta de mais privacidade e liberdade, uma casa ou apartamento na praia podem ser perfeitos para passar as férias ou, até mesmo, dar aquela escapadinha da rotina corrida.

Considere uma possibilidade de investimento

Um imóvel na praia também pode ser interessante como opção de investimento. Nas temporadas em que a sua família não quiser frequentá-lo ou quando a escolha de viagem for para outro destino, é possível alugá-lo para outras famílias.

Nesse sentido, o próprio imóvel pode funcionar como fonte de renda para a sua manutenção e, inclusive, para custear outras despesas da sua família.

Outra possibilidade ainda é comprar um imóvel já considerando a sua venda em um momento futuro. Dessa forma, a sua família pode desfrutar dele agora e, quando as crianças ficarem mais velhas, por exemplo, colocá-lo a venda para obter lucro sobre o investimento realizado.

Como escolher o imóvel certo na praia?

Se você já fez todas as avaliações que precisava para tomar a decisão e está certo de que comprar um imóvel na praia é uma excelente opção para a sua família, chegou o momento de conhecer algumas dicas para fazer a escolha certa. Confira:

1 – Pesquise o local

Tudo começa com a pesquisa do local mais adequado para procurar os imóveis. É importante considerar fatores como a importância que a proximidade da praia tem em relação ao imóvel e a facilidade de acesso às estradas e comércio.

Verifique se há transporte público, estabelecimentos para fazer compras e comer e, até mesmo, outras necessidades como farmácias e proximidade de hospitais.

Também é fundamental conhecer a vizinhança e entender como é o movimento em determinadas épocas do ano. Regiões muito movimentadas e barulhentas durante o verão, por exemplo, podem incomodar a sua família ou diminuir os níveis de segurança.

2 – Escolha entre casa ou apartamento

Depois de ter definido o local do imóvel, chegou o momento de escolher entre uma casa ou um apartamento.

Enquanto o apartamento tem a vantagem da segurança a favor, uma casa pode ser mais interessante para quem tem a família grande, pretende receber muitos amigos ou, até mesmo, gosta de dar festas.

Se, ainda assim, a segurança for um fator decisivo na escolha, pode valer a pena olhar algumas casas em condomínios fechados.

3 – Consulte especialistas

Contar com a ajuda de um corretor de imóveis será de grande importância durante todo o processo, principalmente se você não conhece bem a região em que pretende comprar a casa ou apartamento.

Além disso, é imprescindível fazer uma vistoria para avaliar a fundo as condições do imóvel para evitar surpresas desagradáveis, como problemas com infiltrações ou cupins.

Lembre-se de que imóveis na praia costumam estar mais suscetíveis a danos, por isso, todo cuidado é pouco. Sempre que possível, dê preferência à casa nova, pois o custo de manutenção é mais baixo.

4 – Levante todos os custos

É muito comum sermos levados pela empolgação de realizar um sonho e deixarmos de lado uma análise tão importante como é a dos custos envolvidos. Comprar um imóvel na praia envolve muito mais do que apenas o valor da casa ou apartamento.

Levante tanto os custos do próprio imóvel, como IPTU e condomínio, quanto aqueles envolvidos na transação, como despesas com cartório e documentações.

Saber exatamente quanto você precisará investir para comprar o imóvel ajuda a se preparar melhor para esse momento e a entender se realmente está ou não na hora de apostar em uma casa na praia. Também é aconselhável conhecer as melhores opções de financiamento, como explicado aqui.

5 – Não tenha vergonha de negociar

Comprar um imóvel na praia é uma negociação e, por isso, nada de ficar encabulado para tentar conseguir uma condição melhor ou ganhar algum desconto.

Para isso, é muito importante que você tenha na ponta da língua todos os tópicos que apontamos até aqui.

Conheça bem o bairro e saiba quais são as limitações e vantagens do imóvel para que você consiga fazer um comparativo com o mercado e propor uma condição que esteja de acordo com o que você pode arcar.

Não há vergonha nenhuma em negociar e, se você souber como fazer, pode acabar até fazendo uma compra altamente vantajosa!

6 – Mantenha os pés no chão

Realizar sonhos e proporcionar bons momentos para a família é uma das melhores coisas que você pode fazer na vida. No entanto, é preciso ser prudente para não acabar transformando esse momento de alegria em um verdadeiro pesadelo.

Mantenha os pés no chão e foque em imóveis que estejam dentro do seu planejamento financeiro. Estude com cuidado todas as possibilidades e procure por opções fáceis e amigáveis para realizar esse sonho, como o consórcio.

Já está decidido que chegou a hora de dar o próximo passo e passar férias incríveis na beira do mar? Então, comece sua busca para encontrar o imóvel ideal e boa sorte!

É viável obter crédito para comprar um imóvel em 2018 apesar da Crise?

Como visto em alguns artigos anteriores do blog, investir em imóvel continua a ser bom negócio, porém, quem está planejando financiar a compra da casa própria em 2018 deve ficar atento às mudanças que devem acontecer no mercado de crédito imobiliário nos próximos meses. O governo vai reduzir o subsídio à classe média, hoje oferecido por meio da linha de crédito Pró-cotista, que utiliza recursos do FGTS. A linha é a mais barata depois do Minha Casa, Minha Vida.

Essa medida, em tese, poderia encarecer o financiamento para quem busca imóveis com valor em torno de R$ 1 milhão. Por outro lado, bancos privados estão atentos ao setor e já dão sinais de que pretendem reduzir as taxas  conquistar participação nesse mercado, hoje dominado pela Caixa Econômica Federal.

O aumento da concorrência, combinado com a queda da taxa básica de juros (Selic) e com a recuperação da economia, colaboram para que as taxas de juros praticadas no financiamento imobiliário diminuam, aproximando-se da taxa subsidiada do Pró-cotista, dizem os especialistas.

Menos recursos para imóveis de classe média O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu reduzir o volume de recursos do fundo destinado à habitação no ano que vem. O orçamento total do FGTS para 2018 será de R$ 85,5 bilhões, cerca de 3% menor do que os R$ 88,2 bilhões previstos para 2017. O setor de habitação receberá R$ 69,4 bilhões no ano que vem, abaixo dos R$ 71,7 bilhões aplicados neste ano.

O segmento com maior corte será a linha de crédito Pró-cotista, destinada a financiar imóveis para a classe média, com valores entre R$ 250 mil e R$ 950 mil (ou até R$ 1,5 milhão, se o imóvel for novo e estiver no Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro ou Minas Gerais). A linha de crédito terá apenas R$ 5 bilhões disponíveis no ano que vem, 35% a menos do que os R$ 7,7 bilhões liberados neste ano e volume 42% inferior aos R$ 8,6 bilhões disponibilizado em 2016.

Vale destacar que a linha Pró-cotista já foi insuficiente para atender à procura na Caixa neste ano, que suspendeu em junho os financiamentos nessa modalidade por falta de recursos. Além da Caixa, o Banco do Brasil também oferece a linha Pró-cotista e ainda tem recursos disponíveis.  Leia mais

 

Locação por Temporada – Ponha Seu Imóvel Para Gerar Renda

Fonte: Montar um negócio - por José Neto

Trabalhar com locação por temporada dá dinheiro?


Se você tem um imóvel que lhe dá essa possibilidade, tenha certeza que a locação por temporada é muito mais vantajosa do que o aluguel por um período maior de tempo. Isso porque se fizer as contas na ponta do lápis vai reparar que no final do mês o valor é maior do que em alugueis tradicionais.

Principalmente em casos de aluguel de temporada em datas especiais, como final de ano ou carnaval, o negócio tem ainda muito mais chances de dá dinheiro. Nessas ocasiões o valor do aluguel de temporada costuma ser maior porque a procura cresce.

Levando em conta as nossas dicas eu tenho certeza que você pode entender como trabalhar com aluguel de temporada e fazer disso um negócio altamente lucrativo. É possível viver (e muito bem) só com essa atividade.

Quanto de dinheiro você vai ganhar vai depender da sua forma de trabalho. Tem gente que leva isso para ganhar um dinheiro extra no final do mês, enquanto que outros fazem isso para ganhar a vida e estão muito bem.

Entenda como maximizar o retorno do seu investimento em bem imóvel, vantagens e desvantagens de alugar por contratos de longo prazo versus o rentativo alguel sasonal ou por temporada. Leia mais aqui.

imovel-a-venda-praia-arraial-dajua

Por que investir em um segundo Imóvel na praia?

São Paulo – Investir em imóvel não é uma novidade e, para aqueles menos ousados que não gostam de se arriscar no mercado financeiro, o investimento imobiliário encabeça a lista dos investimentos mais seguros. Contudo, não é apenas a solidez do investimento o fator relevante na decisão a ser tomada quando se pensa em fazer um investimento – a saber, há de se considerar o retorno do investimento relativo ao esforço empreendido para alcançá-lo. O equilíbrio dessa equação será o fator decisivo na hora de decidir como melhor aplicar seu dinheiro. Segundo a Exame, existem algumas maneiras de saber se o investimento realmente vale à pena, ou se é melhor colocar o dinheiro em outro tipo de investimento possívelemente mais seguro e mais líquido. Imóveis não são investimentos de baixo risco, e a forma mais conservadora de investir neles é visando uma boa renda com aluguel. Afinal, a valorização pode ou não ocorrer, sendo um fator mais difícil de ponderar e, portanto, de maior risco.

Por isso, convém ficar atento aos sinais do mercado – e do imóvel – para saber se a opção é realmente uma boa. A seguir, os pontos que você deve observar antes de investir em um imóvel para ganhar com o aluguel:

1. Compare o retorno com aluguel com o retorno da renda fixa

O aluguel pode ser encarado como um retorno percentual sobre o investimento que você fez no imóvel. Mas ao compará-lo com outros investimentos, lembre-se de sempre considerar os retornos já líquidos de imposto de renda e taxas. E considere o investimento no imóvel como sendo o valor bruto despendido por ele, incluindo eventuais juros, taxas, custos de registro e escritura e o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Conheça todos os custos na hora de comprar um imóvel usado.

Suponha que o valor total despendido em um imóvel foi de 500 mil reais. Se o aluguel líquido for de 5 mil reais mensais, isso significa que o retorno mensal é de 1%. Em um ano, o retorno será de 12% (nesse caso, não incidem juros sobre juros, apenas multiplica-se o retorno mensal por 12).

O retorno do aluguel de um imóvel deve oferecer um “prêmio de risco” em relação às aplicações consideradas “livres de risco”, uma vez que em geral é mais arriscado investir em imóveis do que no Tesouro Direto ou na caderneta de poupança. Imóveis podem se desvalorizar, ficar vagos por muito tempo, ser depredados por inquilinos, entre outros riscos. Enquanto isso, o risco de calote do governo brasileiro é atualmente considerado o menor do mercado. O risco dos grandes bancos também é considerado baixo, e a poupança ainda conta com a proteção do Fundo Garantidor de Crédito para valores até 70 mil reais. Títulos Públicos x Tesouro Direto: Veja com a Mais Retorno onde é melhor investir Patrocinado.

A comparação considerada mais adequada é com a Nota do Tesouro Nacional-série B (NTN-B) que paga juros semestralmente, título do Tesouro Direto que paga um percentual fixo mais a inflação pelo IPCA. A NTN-B Principal não deve ser considerada, pois ela só paga juros no vencimento, o que significa que eles continuam sendo rentabilizados durante o investimento, coisa que não tem nada a ver com o fluxo de um imóvel.

Embora o aluguel em um único mês não seja corrigido automaticamente pela inflação, normalmente essa correção ocorre todo ano, pelo IGP-M. Os dois índices de inflação costumam ser divergentes – no ano passado, o IPCA fechou em 5,84% e o IGP-M em 7,81% -, mas no longo prazo, costumam convergir. Outro fator que torna a comparação adequada é que tanto imóveis quanto NTN-Bs são investimentos de longo prazo. A liquidez da NTN-B, contudo, é maior, uma vez que ela pode ser vendida antes do vencimento em caso de emergência.


Para comparar os dois investimentos, você pode tomar como base o aluguel que você conseguiria por determinado imóvel, ou considerar dados de mercado, fornecidos pelos CRECIs ou Secovis (Sindicatos da Habitação) estaduais, ou ainda pelas próprias imobiliárias. Se não informarem o retorno médio, normalmente as pesquisas desses órgãos informam os preços médios de venda e os aluguéis médios em cada região, o que já permite o cálculo do retorno bruto.

Por exemplo: de acordo com os preços de imóveis anunciados e os aluguéis pedidos pelos proprietários acompanhados pelo Índice FipeZap, o retorno médio com aluguel de imóveis em São Paulo está em 0,48% ao mês (5,76% ao ano). Suponha um aluguel que seria tributado na faixa mais alta de imposto de renda (27,5%) e que o proprietário pagaria 8% de taxa de administração imobiliária, o máximo recomendado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECI-SP). O imóvel estará sempre ocupado e não vamos considerar a depreciação.

O retorno líquido desse imóvel seria, portanto, de aproximadamente 0,32% ao mês ou 3,84% ao ano. Poderíamos considerar esse retorno como sendo acima da inflação, uma vez que, após um ano, esse valor será corrigido pelo IGP-M. Entre as NTN-Bs disponíveis para compra, o retorno varia de 3,53% a 4,04% ao ano mais IPCA, antes de imposto de renda e eventuais taxas de administração. Os vencimentos variam entre 2020 e 2050.

Em função desses prazos, a alíquota de IR para quem não vendesse os títulos antes do vencimento seria de 15%. Vamos também considerar uma corretora que cobre zero taxa de administração, o que deixaria apenas a taxa de custódia obrigatória de 0,3% ao ano sobre o valor dos títulos. O rendimento líquido dessas NTN-Bs, portanto, variaria de algo como 2,53% a 3,48% ao ano acima do IPCA.

Nesse cenário, o aluguel vale mais a pena que a NTN-B, mas dependendo de outras condições de mercado – como o aquecimento da economia, a taxa de vacância, a administração e as condições do imóvel – o investidor pode considerar o prêmio de risco pequeno em relação à renda fixa. No longo prazo, ao vender o imóvel o investidor pode obter uma valorização ou, no mínimo, a correção pela inflação, como ocorre com a NTN-B. Mas uma desvalorização também pode ocorrer.

Uma comparação mais simples pode ser feita com a caderneta de poupança, em que não incidem taxas ou imposto de renda. Com a Selic em 7,25% ao ano, a caderneta vem remunerando em 0,41% ao mês, cerca de 5% ao ano. Supera o retorno líquido do aluguel em São Paulo, mas não conta com a correção da inflação. De fato, a poupança vem sistematicamente perdendo da inflação.

Para Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice FipeZap, a comparação com a poupança, embora usual pela facilidade, não é a mais adequada. “Na poupança, o juro incide sobre o juro, o que não ocorre com o imóvel, que paga uma renda. A NTN-B é mais adequada pois paga juros semestralmente, e o investidor faz o que quiser com esse dinheiro”, explica.


Por meio desse tipo de comparação, você pode ainda descobrir o valor máximo que está disposto a pagar por um imóvel para ganhar uma determinada quantia de aluguel; ou ainda quanto de aluguel precisa cobrar para o investimento no imóvel que você já tem valer a pena.

2. Nunca se esqueça do imposto de renda

Como visto no exemplo anterior, a alíquota de imposto de renda que incide mensalmente sobre o valor dos aluguéis pode ser mais pesada que aquela que incide sobre os rendimentos de aplicações financeiras. Enquanto no primeiro caso a maior alíquota chega a 27,5%, no segundo, o máximo que se pode pagar ao Leão é 22,5% da rentabilidade.

No caso dos aluguéis, a alíquota é função do valor do rendimento, descontada a taxa de administração imobiliária, e existe uma faixa de isenção para aluguéis de baixos valores; já no caso das aplicações financeiras, não existe essa isenção, mas a alíquota é função do prazo. Para aplicações superiores a dois anos, paga-se apenas 15% de imposto de renda. Compare a tabela do imposto de renda para aplicações financeiras (primeiras duas colunas) com a tabela de IR para aluguéis válida para 2013 e atualizada anualmente (últimas duas colunas):

Tempo de aplicação Alíquota (%) Rendimento mensal (R$) Alíquota (%)
Não há faixa de isenção Até 1.710,78 Isento
Acima de 720 dias 15,0 De 1.710,78 até 2.563,91 7,5
De 361 a 720 dias 17,5 De 2.563,92 até 3.418,59 15,0
De 181 a 360 dias 20,0 De 3.418,60 até 4.271,59 22,5
Até 180 dias 22,5 Acima de 4.271,59 27,5

“Por isso é importante buscar uma maior eficiência tributária e considerar a rentabilidade líquida de IR ao comparar os investimentos”, lembra Mauro Miranda, coordenador do curso de Investimentos Imobiliários da FGV-SP. Ele explica que uma forma de potencializar essa eficiência é optar por um imóvel menor e mais barato, que gere um aluguel isento ou de alíquota baixa (mas ainda assim representando boa rentabilidade), e diversificar o restante do dinheiro em outras aplicações financeiras. Pode ser mais vantajoso do que concentrar todos os recursos em um único imóvel mais caro e de aluguel mais alto.

3. Conheça as chances de o imóvel ficar vago por muito tempo

Consultorias imobiliárias, como corretoras e administradoras de imóveis, podem fornecer a você dados sobre a vacância dos imóveis residenciais e comerciais. Este é um bom ponto de partida para avaliar o risco de vacância dos imóveis na região, isto é, quais suas chances de ficar vagos e por quanto tempo. A taxa de vacância mostra o percentual de imóveis vagos, enquanto a velocidade de locação mostra o tempo médio para se alugar um imóvel naquela região ou uma unidade em determinado prédio.

Imóvel em Arraial d’Ajuda é um bom investimento?

Fonte: Investimento em Imóvel por F. Stefanni Peruzzo

Investir em imóvel em Arraial d’Ajuda é seguro

Um imóvel é um patrimônio físico, está lá, ao alcance das mãos, podemos tocar nele, podemos vê-lo. Um imóvel é seu, ninguém lhe tira, o governo não pode congelá-lo como já fez com a poupança e contas bancárias.

Imóvel é fonte de renda

Um imóvel bem escolhido é fonte de renda vitalícia, todos precisamos de moradia e quem não tem condições de comprar a casa própria sempre estará à procura de um bom imóvel para alugar.

Imóvel mantém o valor

Além de gerar renda, um imóvel bem escolhido mantém seu valor e muitas vezes valoriza mais do que a simples correção do dinheiro investido, principalmente aqueles situados em localizações privilegiadas e com alta demanda constante pelo mercado.

Comprar imóvel gera disciplina

Os proprietários de imóveis se acostumam a receber o aluguel mensal de suas propriedades e com estes rendimentos fazem seus planos de forma organizada. Uma amiga, por exemplo, usa a renda de um apartamento que possui para pagar suas férias anuais, enquanto usa a renda de outro imóvel para dar mesada aos dois filhos. Quando aumenta o aluguel dos seus imóveis, aumenta junto a mesada dos dois. Eles, sabendo disso, se disciplinam com o que tem e mais que isso, planejam um dia ter seus próprios imóveis de aluguel.

Quem possui imóveis normalmente possui dinheiro no banco

Infelizmente, vou ficar devendo a fonte desta matéria que li há alguns anos. Era uma pesquisa que dizia que enquanto as pessoas que moram de aluguel, em sua maioria, costumavam possuir dívidas, as pessoas que moravam em casa própria costumavam possuir reserva de dinheiro no banco. Leia Mais